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China prende funcionários acusados de forçarem aborto | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Vários funcionários chineses do setor de saúde foram presos ou demitidos sob a acusação de terem forçado abortos e esterilizações. Não se sabe, porém, quantos funcionários de fato foram punidos. A mídia estatal da China informou que os abusos ocorreram na cidade de Linyi, na Província de Shandong, no leste da China. Na semana passada, a revista americana Time publicou reportagem revelando que aproximadamente 7 mil pessoas foram esterilizadas contra a vontade em Shandong. Repressão De acordo com a agência de notícias Reuters, as prisões e demissões parecem seguir a orientação do presidente Hu Jintao, também chefe do Partido Comunista, de estimular a transparência nas ações das autoridades chinesas desde que assumiu o poder em 2002. Grupos de direitos humanos freqüentemente acusam a China de forçar esterilizações e abortos, algo negado pelo governo. A China introduziu a política de um filho 25 anos atrás para reduzir o crescimento de sua população. Casais das cidades recebem inúmeros incentivos para ter não mais que um filho, enquanto no campo as famílias podem ter dois filhos. A China é o país mais populoso do mundo, com mais de 1,3 bilhão de habitantes. |
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