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Rumsfeld e Rice visitarão área de desastre | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A secretária de Estado americano, Condoleezza Rice, e o secretário de Defesa do país, Donald Rumsfeld, irão visitar a região dos Estados Unidos que foi arrasada pelo furacão Katrina. A visita dos dois integrantes da administração Bush acontece pouco após a retirada de mais de 10 mil pessoas da cidade de Nova Orleans, naquele que vem sendo chamado de o maior resgate aéreo na história dos Estados Unidos. Condoleezza Rice descartou acusações de que a administração Bush respondeu com lentidão à crise porque a maior parte das vítimas era negra e pobre. Condoleezza Rice é natural do Alabama, um dos Estados que sofreu os efeitos do Katrina. Donald Rumsfeld irá acompanhar o trabalho dos milhares de soldados que foram deslocados para a região do Golfo do México. Nova visita O presidente George W. Bush, que já visitou a região, disse que irá retornar à área na segunda-feira, para acompanhar as operações assistenciais, e que passará a semana supervisionando a operação de socorro. Por essa razão, foi cancelado o encontro que o líder americano teria com o presidente da China, Hu Jintao, previsto para esta semana. As autoridades americanas anunciaram que irão investir US$ 90 milhões em ações para dirimir os efeitos da crise. A verba visa criar 10 mil empregos temporários para as pessoas que perderam suas fontes de renda e também será investida no fornecimento de energia de emergência para os estados atingidos pelo furacão. Crime O número exato de vítimas do Katrina não é conhecido, mas acredita-se que há milhares de mortos. Junto com sobreviventes foram encontradas pessoas que morreram enquanto esperavam por resgate no centro de convenções. Segundo sobreviventes, gangues de criminosos protagonizaram muitas cenas de violência. Africa Brumfield, 32 anos, que estava no centro de convenções, disse à agência Reuters que as "mulheres não podiam ir ao banheiro sem um homem. Eles estão estuprando e cortando a garganta delas". Um membro da Guarda Nacional descreveu um incidente semelhante. "Encontramos uma menina estuprada e morta no banheiro", contou. "A multidão achou o homem e bateram nele até a morte." |
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