|
Libano pede prisão de suspeitos de matar ex-premiê | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um juiz no Líbano expediu um mandato de prisão contra quatro generais libaneses por suposto envolvimento no assassinato do ex-primeiro-ministro Rafik Hariri. O juiz Elias Eid pediu a prisão dos militares após ter interrogado três militares envolvidos com o serviço de Segurança do país na época do assassinato de Hariri e o atual comandante da guarda presidencial. Os quatro generais foram detidos na última terça-feira, por recomendação de Detlev Mehlis, o representante da ONU que está no Líbano investigando a morte de Hariri. O mandato de prisão permite às autoridades libanesas manter os militares na prisão enquanto prosseguem as investigações. Hariri Rafik Hariri foi morto na capital libanesa, Beirute, em fevereiro deste ano em um atentado realizado com um carro-bomba, que matou também outras 14 pessoas. Hariri era considerado um opositor político do atual presidente, Emile Lahoud, tido como um aliado da Síria. Na época do assinato, políticos de oposição libaneses acusaram a Síria de envolvimento no assassinato de Hariri, mas o governo sírio negou veementemente qualquer envolvimento na morte do ex-premiê. O governo da Síria convidou neste sábado o investigador da ONU, Detlev Mehlis, a visitar o país. A Síria vinha recebendo críticas por supostamente não estar auxiliando nas investigações. De acordo com o investigador da ONU, até o momento não há provas de envolvimento de autoridades sírias no assassinato do ex-premiê. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||