 |  Simpatizantes de Hariri acusam a Síria pela morte de Hariri |
Um promotor libanês indiciou nesta sexta-feira quatro generais pró-Síria que haviam sido detidos no início da semana sob a acusação de ligação com o assassinato do ex-premiê Rafik Hariri, em fevereiro. Os quatro generais libaneses – três ex-chefes de segurança e o atual chefe da guarda presidencial – foram detidos na terça-feira como resultado de uma investigação sobre a morte de Hariri liderada pela ONU. O chefe da investigação, o alemão Detley Mehlis, disse que os quatro são suspeitos de ajudar no planejamento do assassinato. Mas Mehlis disse ainda que eles são apenas parte do plano e que mais investigações são necessárias. Os simpatizantes de Hariri acusaram a Síria pelo assassinato do ex-premiê, mas Damasco nega a acusação. Mehlis disse que a cooperação síria foi essencial para o assassinato e anunciou que vai a Damasco para se reunir com membros do governo. O assassinato de Hariri transformou o cenário político libanês e levou até mesmo à retirada das forças sírias do país. |