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Congresso da Colômbia tem venda de drogas, diz senador | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O vice-presidente do Senado da Colômbia, Édgar Artunduaga, denunciou que “até cocaína e maconha” são vendidas nas instalações do Parlamento do país, em Bogotá. Segundo ele, funcionários “de nível importante” atuam como fornecedores das drogas, enquanto “senadores e deputados são consumidores”. Artunduaga disse ainda que sabe os nomes dos envolvidos e está analisando a possibilidade de divulgá-los. Ele fez as acusações depois de ter denunciado que 4,5 mil credenciais de entrada no Congresso colombiano estão sendo usadas por pessoas que nada têm a ver com os trabalhos legislativos. Vulnerável Estas pessoas incluiriam vendedores ambulantes e traficantes de drogas, de acordo com o senador. “Desde o vendedor de biscoitos, passando pela vendedora de sapatos, o adivinho e o fornecedor de maconha e cocaína”, afirmou Artunduaga. “Se acrescentamos a isso que os equipamentos eletrônicos, como câmeras e detectores de metais, não funcionam, nós nos damos conta de que o Congresso está completamente vulnerável.” Analistas dizem que as acusações podem causar constrangimento no governo colombiano. O país tem recebido ajuda militar dos Estados Unidos no valor de bilhões de dólares para combater a produção e o tráfico de drogas. |
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