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Polícia apreende US$ 300 mi em cocaína na Colômbia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As forças de segurança na Colômbia dizem ter apreendido o equivalente a cerca de US$ 300 milhões (aproximadamente R$ 780 milhões) em cocaína, a maior apreensão em cinco anos no país. A cocaína, pesando cerca de 12 toneladas, estava escondida em margem do rio Mira, perto do porto de Tumaco, no Oceano Pacífico, no sul da Colômbia. A operação durou vários dias e foi feita pela polícia e pela Marinha. Um quilo de cocaína vale cerca de US$ 25 mil (mais de R$ 65 mil) nas ruas dos Estados Unidos. O chefe da polícia na Colômbia, Oscar Naranjo, disse à agência de notícias Reuters que a droga pertencia a integrantes das Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC), milícia de extrema direita. Guerrilha Cinco pessoas foram presas e foram apreendidos rifles, equipamentos de comunicação e barcos. A apreensão coincide com os debates no Congresso americano sobre a proposta do governo Bush de enviar US$ 600 milhões (mais de R$ 1,6 bilhão) em ajuda à Colômbia dentro do programa de combate à cocaína. Alguns parlamentares americanos reclamam da falta de evidências de que caiu a quantidade de cocaína nas ruas dos Estados Unidos, apesar dos mais de US$ 3 bilhões (mais de R$ 7,8 bilhões) enviados como assistência à Colômbia desde 2000. As autoridades colombianas aumentaram as apreensões de drogas com a cooperação dos Estados Unidos nos últimos anos, confiscando 148 toneladas de cocaína em 2004. A situação criada por quatro décadas de guerrilha ajudou a fazer com que a Colômbia se tornasse o maior produtor da droga no mundo. |
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