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Bush diz que não elimina ataque ao Irã | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente americano, George W. Bush, disse em entrevista à TV israelense que não descarta a possibilidade de atacar o Irã. "O uso da força é a última opção para qualquer presidente. Você sabe que nós usamos a força no passado recente para proteger o nosso país", disse Bush, numa clara referência ao Iraque, invadido pelos Estados Unidos em março de 2003. Não é a primeira vez que Bush afirma que estaria disposto a atacar o Irã, mas desta vez está claro que ele quer colocar mais pressão sobre o governo de Teerã, que nesta semana retomou o seu programa nuclear, numa decisão que contrariou Estados Unidos e União Européia. Falando do seu rancho em Crawford, no Texas, o presidente americano disse que estava trabalhando fervorosamente para encontrar uma solução diplomática, mas se mostrou cético em relação à possibilidade de que alguma seja alcançada. Segundo Bush, todas as opções estão na mesa. No entanto, informa o correspondente da BBC em Washington Jonathan Beale, na prática os Estados Unidos já têm dificuldades para manter a ocupação no Iraque. Ainda segundo o correspondente, Bush também pode estar querendo enviar uma mensagem a Israel, que teme ser alvo do Irã num eventual ataque nuclear. A Agência Internacional de Energia Atômica aprovou uma resolução nesta quinta-feira em que expressa "grave preocupação" com a retomada do programa de enriquecimento de urânio do Irã. |
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