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Polícia interroga suspeito de atentados em Roma | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um dos supostos responsáveis pelas explosões do dia 21 de julho em Londres, Osman Hussain, está sendo interrogado pela primeira vez por detetives da polícia britânica em Roma nesta terça-feira. Hussain foi preso no final do mês passado no apartamento de seu irmão na capital italiana e permanece detido numa prisão da cidade. A polícia britânica está tentando extraditá-lo para a Grã-Bretanha, já que, apesar de ter nascido na Etiópia, Hussain tem cidadania britânica. A primeira audiência sobre o processo será realizada em Roma na próxima semana, mas, de acordo com o correspondente da BBC David Willey, a extradição pode levar algumas semanas ou até meses. No interrogatório desta terça-feira, os investigadores britânicos querem obter detalhes sobre a tentativa de explosão de uma bomba num trem do metrô na estação de Shepherd's Bush (oeste de Londres), que supostamente teria sido realizada por Hussain. Acusações em Londres As negociações que levaram à permissão para a polícia da Grã-Bretanha interrogar Hussain demoraram mais de uma semana. Antes do início do interrogatório, a advogada do suspeito, Antonietta Sonnessa, afirmou que estava ansiosa para ver o relatório da polícia britânica sobre o artefato explosivo que ele estaria carregando quando foi visto saindo da estação de Shepherd's Bush. Ela disse que seu cliente não tinha intenção de matar ninguém em Londres. Os outros três suspeitos de ter responsabilidade nos ataques do dia 21 de julho - Ibrahim Muktar Said, de 27 anos, Yassin Hassan Omar, de 24, e Ramzi Mohamed, de 23 -, participaram de uma audiência nesta segunda-feira numa prisão de segurança máxima no sudeste de Londres. Eles foram indiciados por tentativa de assassinato, conspiração e uso de explosivos. Os ataques frustrados do dia 21 de julho, em que detonadores explodiram ocorreram duas semanas depois de quatro homens-bomba terem matado 52 pessoas em estações de metrô e em um ônibus de Londres. |
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