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Rice pede para que Israel não isole Gaza após retirada | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, voltou a pedir para que Israel não isole a Faixa de Gaza depois da retirada dos colonos judeus da região, prevista para agosto. Rice se reuniu neste sábado, em Ramallah, com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, e elogiou os esforços do líder em assegurar a segurança do território antes do evento. A secretária afirmou ainda que se a tarefa for bem coordenada entre os dois lados, isso irá "reenergizar" o processo de paz no Oriente Médio. Na sexta-feira, ela se encontrou com o primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon, como parte de uma visita que tem a intenção de garantir que a retirada seja feita sem problemas. 'Grande prisão?' Após o encontro com Abbas, Rice disse que Israel precisa premitir o acesso à Faixa de Gaza depois da retirada. Antes de se encontrar com Rice, na sexta-feira, Abbas disse que queria ter mais informações sobre a retirada por parte de Israel. Em uma entrevista à agência de notícias Reuters, o líder palestino afirmou que o governo israelense não está cooperando com respostas sobre logística e sobre o destino das fronteiras e do aeroporto palestino. "Será que Gaza vai se transformar em uma grande prisão?", perguntou Abbas. O plano de Israel envolve a saída de mais de 8 mil colonos judeus de 21 assentamentos na Faixa de Gaza, além de outras centenas de quatro assentamentos no norte da Cisjordània. Israel ocupa a Faixa de Gaza, a Cisjordânia e Jerusalém Oriental desde 1967. Líbano Na sexta-feira, Rice fez ainda uma visita-surpresa ao Líbano, em uma tentativa de mostrar seu apoio ao novo governo do país. O novo gabinete foi formado após as primeiras eleições a serem realizadas no Líbano sem a presença das tropas sírias, em 30 anos. Na visita, a secretária americana criticou a Síria por ter tornado mais rígido o controle das fronteiras com o Líbano, e pediu para que o governo sírio reestabeleça a liberdade das rotas de comércio. |
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