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Condoleezza Rice faz visita de apoio ao 'novo Líbano' | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, fez nesta sexta-feira uma visita de surpresa a Beirute, no Líbano, para apoiar o novo governo do país. "Estou aqui para apoiar o novo Líbano. E o novo Líbano é um que é democrático", afirmou Condoleezza, numa entrevista coletiva ao lado do primeiro-ministro, Fouad Siniobra. A secretária de Estado americana disse que "o novo Líbano deveria ser livre da influência estrangeira" e cobrou uma ação do novo governo em relação ao Hezbollah. O movimento xiita tem um ministro no governo libanês. "Os Estados Unidos têm uma política antiga em relação ao Hezbollah, e isso tem uma história, uma história de sangue que não mudou", afirmou a secretária. Ela pediu que o primeiro-primeiro desarme os militantes do Hezbollah, como determina uma resolução do Conselho de Segurança da ONU. Surpresa A visita ao Líbano foi incluída em uma viagem de quatro dias a países da África, Israel e territórios palestinos. Ela acontece apenas alguns dias após a formação de uma novo governo, o primeiro em 30 anos sem a presença de tropas sírias no país. O governo americano pressionou a Síria para que retirasse as tropas. Condoleezza Rice também se encontrou com o presidente Émile Lahoud, pró-Síria, e fez uma visita ao túmulo do ex-primeiro-ministro Rafik Hariri, morto num atentado em fevereiro em Beirute. Na sexta-feira pela manhã, Rice se encontrou com o primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon. Neste sábado, ela deve se encontrar com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas. A visita da secretária se dá após uma intensificação na violência entre israelenses e palestinos e depois de protestos de israelenses que se opõem à retirada do país dos territórios ocupados, marcada para agosto. |
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