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Polícia divulga nova imagem de homens-bomba | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia britânica divulgou neste sábado uma imagem captada pelo circuito fechado de vídeo da estação de trens de Luton, ao norte de Londres, que mostra os quatro suspeitos momentos antes completarem a missão suicida que matou mais 55 pessoas no metrô e em um ônibus. A polícia também divulgou pela primeira vez os nomes dos quatro supostos homens-bomba. Três deles nasceram na Grã-Bretanha, o quarto, Germaine Lindsay, seria natural da Jamaica. Ainda neste sábado, foram retirados da praça Tavistock os escombros do ônibus destruído por uma das bombas. Mohammed Sidique Khan, de 30 anos, Lindsay, de 19 anos, Hasib Hussain, de 18 anos, e Shahzad Tanweer, de 22 anos, aparecem no vídeo da estação de Luton com grandes mochilas nas costas às 7h20 (3h20, no horário de Brasília). Três das quatro bombas explodiram no metrô de Londres às 8h50 (4h50, em Brasília), e a última, às 9h47 (5h47, em Brasília), dentro de um ônibus da linha 30. Até o momento, foram confirmadas 55 mortes em conseqüência dos atentados. O número de feridos passa de 700. Os quatro homens-bomba também teriam morrido nas explosões. A divulgação da imagem de vídeo na estação de Luton tem o objetivo de auxiliar a polícia a reconstituir os últimos passos dos suicidas. Buscas A polícia britânica espera que, ao ver a imagem, outras testemunhas possam contribuir com informações sobre os quatro homens. Os policiais também continuam a realizar buscas em mais de dez locais no condado de West Yorkshire – de onde os quatro suicidas teriam partido. Dez endereços já foram vasculhados no condado, além de um outro, na cidade de Aylesbury, no condado de Buckinghamshire. Os investigadores também ganharam o direito de continuar a manter sob custódia um homem, preso desde o dia 12 de julho, para interrogatórios. Ele continua atrás das grades em Londres por suspeitas de planejar e instigar atos de violência. Mais de 800 testemunhas já foram interrogadas e cerca de 3,5 mil pessoas ligaram para o telefone antiterrorismo criado pela polícia. |
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