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Governo faz ofensiva contra rebeldes no sul da Colômbia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, viajou à província de Putumayo, no sul do país, para inspecionar uma ofensiva militar contra rebeldes que mataram 25 soldados no fim de semana. Um dos objetivos da ofensiva é capturar um grupo de guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) que matou 19 militares em uma emboscada no sábado. Um contingente extra de mil soldados apoiados por helicópteros está sendo mobilizado na operação, mas teme-se que os cerca de 300 rebeldes das Farc já tenham cruzado a fronteira com o Equador. O último sábado foi o dia em que as forças colombianas mais sofreram baixas nos últimos três anos. Além dos 19 mortos na emboscada em Putumayo, seis morreram um confronto no noroeste do país. Política Dezenove soldados haviam desaparecido após os ataques, mas o Exército colombiano divulgou que eles foram encontrados sãos e salvos. Durante visita a Puerto Assis, na região onde foram mortos os 19 soldados, o presidente colombiano qualificou os rebeldes das Farc de “terroristas financiados pelo narcotráfico”. Ele realizou uma reunião com autoridades civis e militares da cidade, que fica perto da fronteira equatoriana. As Farc estão levando em frente uma ofensiva iniciada em fevereiro, que matou até agora mais de 120 membros das forças de segurança A segurança é tida como o ponto forte do governo Uribe, que é apoiado pelos Estados Unidos e deve se candidatar à reeleição no ano que vem. Pesquisa publicada pelo jornal colombiano El Tiempo afirma que 54% dos eleitores do país acreditam que a reeleição do presidente seria “positiva”. |
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