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Comandante paramilitar se entrega na Colômbia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um alto comandante do grupo paramilitar de direita da Colômbia, Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC), entregou-se às autoridades depois de três dias de uma operação para sua captura. O governo acusa Diego Murillo de violar as condições do cessar-fogo da AUC e diz que ele não goza mais da imunidade concedida a comandantes envolvidos nas conversações de paz. O comandante, conhecido como Don Berna, é acusado de ser o mandante do assassinato de um político local. Murillo, de 44 anos, estava foragido desde que as forças de segurança colombianas deram uma batida em um reduto de negociadores da AUC para tentar capturá-lo. As autoridades haviam oferecido uma recompensa de US$ 1,2 milhão por sua captura. Segundo correspondentes, a prisão de Diego Murillo pode ajudar a salvar as negociações de paz com o grupo paramilitar clandestino. Mais cedo, o líder da AUC, conhecido como Ernesto Baez, disse que sua organização não abandonaria as negociações apesar dos esforços das autoridades para prender um de seus comandantes mais importantes. A AUC afirma que tem um compromisso com a desmobilização de todos os seus combatentes até o final deste ano, mas tem divergências com o governo sobre a possível punição por graves violações de direitos humanos. |
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