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Ataques das Farc matam 24 militares na Colômbia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pelo menos 24 soldados colombianos foram mortos e 19 estão desaparecidos depois de dois ataques dos rebeldes das Farc, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia. Os rebeldes atacaram uma base do Exército na província de Putumayo, perto da fronteira com o Equador, e emboscaram uma patrulha perto da fronteira com a Venezuela. As guerrilhas querem desestabilizar o presidente Alvaro Uribe, apoiado pelos Estados Unidos, e assegurar que ele não seja reeleito. As Farc continuam com uma ofensiva iniciada em fevereiro, que matou até agora mais de 120 membros das forças de segurança. Declínio No começo do ano, o Exército disse que tinha afastado os rebeldes e que a política de segurança de Uribe tinha forçado as guerrilhas a um declínio irreversível. A onda de ataques em todo o país desde fevereiro mostrou que os militares estavam errados. Com os milhões de dólares ganhos com o tráfico de drogas, as Farc parecem que assumiram o controle no lugar das forças de segurança. As guerrilhas esperam acabar com as chances de reeleição de Uribe mostrando que sua política de segurança, um dos pilares de sua administração, é falha. Elas querem que o próximo presidente seja alguém mais disposto a negociar a paz - mas nos seus termos. |
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