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Comunidade internacional promete apoio ao Iraque | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma conferência sobre o futuro do Iraque terminou nesta quarta-feira com uma promessa da comunidade internacional de ajudar na reconstrução do país. Apesar do tom solidário, o primeiro-ministro iraquiano, Ibrahim Jaafari, e o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, convocaram às autoridades de mais de 80 países presentes a honrar compromissos anteriores e entregar os bilhões de dólares em ajuda já prometidos. Jaafari e outros ministros iraquianos apresentaram na conferência seus planos de reforma política e econômica. A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, disse que, para maximizar a ajuda, o governo iraquiano precisa continuar a melhorar a segurança, liberalizar sua economia e promover ao máximo a inclusão política. "Virada" Kofi Annan disse que o encontro marca um "momento da virada" para o Iraque, mas destacou que o processo não será fácil para os iraquianos, que precisam assumir o controle sobre seu próprio futuro. O ministro das Relações Exteriores de Luxemburgo, Jean Asselborn, disse que a União Européia (UE) vai trabalhar "lado a lado" com o Iraque. "A comunidade internacional está comprometida a construir um novo Iraque, com estabilidade, democracia e direitos humanos e com relações construtivas com seus vizinhos", afirmou Asselborn. Luxemburgo ocupa atualmente a presidência da UE. O encontro foi organizado em parceria entre a UE e os Estados Unidos. No comunicado final do encontro, os países mencionaram também o papel a ser cumprido pelos vizinhos do Iraque – como por exemplo a Síria. O documento pede mais cooperação dos países vizinhos para controlar as fronteiras do Iraque, além de chamar todas as nações a restabelecer relações diplomáticas com Bagdá. |
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