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Soldados matam 50 rebeldes no Iraque, dizem EUA | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Cerca de 50 rebeldes foram mortos e outros 100 capturados desde o início da ofensiva americana no oeste do Iraque, informaram militares americanos. Segundo os militares, não houve nenhuma baixa entre os militares ou os civis desde o início da "Operação Lança", na sexta-feira de manhã. A operação - que conta com a participação de 1.000 soldados - tem como objetivo capturar insurgentes e guerreiros estrangeiros que atravessam para o Iraque pela fronteira com a Síria. Ela foi iniciada depois de uma semana de atentados que causaram a morte de, pelo menos, 11 soldados americanos. 'Refúgio de insurgentes' A ofensiva começou ainda na madrugada de sexta-feira, com testemunhas relatando violentos tiroteios nas cidades de Karabila e Qaim. Aviões militares lançaram bombas em casas suspeitas e depósitos de armas na região, a cerca de 20 km da fronteira com a Síria. Há informações de que também foram lançadas bombas contra rebeldes que combatiam as tropas americanas. "Soldados americanos e iraquianos continuaram a operação durante a noite, conquistando objetivos-chave dentro e em torno da cidade (de Karabila)", disse o capitão Jeffrey Pool, do Exército americano. Segundo ele, foram encontrados quatro reféns iraquianos que haviam sido espancados, algemados e acorrentados a uma parede em um esconderijo no centro de Karabila. Oficiais americanos disseram que a fronteira oeste do Iraque se tornou um refúgio para os insurgentes, que se escondiam em Falluja até a ofensiva americana na cidade, em novembro passado. Os militares americanos afirmam que guerreiros estrangeiros continuam a entrar no Iraque através da fronteira com a Síria, mas o governo de Damasco nega as acusações. |
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