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Irã pode ter 'mais fraude' no 2° turno, diz ministro | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro do Interior do Irã, Abdolvahed Moussavi-Lari, disse que o segundo turno das eleições nesta sexta-feira pode ter "ainda mais fraudes". O ministério que comanda o processo eleitoral afirmou que "instituições que deveriam defender o povo iraniano organizaram e orquestraram a votação" do primeiro turno. Três candidatos que não passaram para a reta final reclamaram que houve um golpe para beneficiar o prefeito de Teerã, Mahmoud Ahmadinejad, tido como linha-dura. Contrariando todas as previsões, ele chegou em segundo lugar e tenta vencer o ex-presidente Akbar Hashemi Rafsanjani que, embora tenha bom relacionamento com os principais clérigos do país, é considerado moderado e recebe apoio dos reformistas no segundo turno. Apelo
O presidente do Irã, Mohammad Khatami, fez um apelo para que os eleitores compareçam em massa às urnas no segundo turno da eleição presidencial e defendeu a necessidade de promover reformas no país. Em nota divulgada pela TV iraniana, ele convocou os eleitores a “continuar com sua vigilante presença e eleger com grande número de votos um presidente que a nação iraniana mereça”. Khatami também fez uma defesa da moderação. Analistas dizem que a votação de sexta-feira pode representar um momento de virada para o Irã, pois pode dar a conservadores linha-dura o controle de todas as instituições do Estado. |
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