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EUA acusam Síria de manter interferência no Líbano | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os Estados Unidos estão “profundamente preocupados com a intimidação e interferência da Síria no Líbano”, disse nesta sexta-feira o porta-voz da Casa Branca, Scott McClellan. “A Síria não cumpriu completamente com a resolução do Conselho de Segurança e com as demandas da comunidade internacional”, disse McClellan. Segundo o porta-voz de George W. Bush, agentes secretos sírios “estão interferindo nos assuntos internos do Líbano”. McClellan disse, porém, que não daria mais detalhes sobre o assunto. McClellan disse que os Estados Unidos apóiam os planos da ONU de estudar o envio de uma equipe de observadores ao Líbano para verificar se todas as forças sírias deixaram o país. Retirada No começo da semana, o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, disse ter recebido relatórios afirmando que agentes sírios ainda operam no Líbano. No ano passado, a ONU aprovou a Resolução 1599, pedindo a retirada de todas as forças não-libanesas do país. A Síria pôs fim a sua presença no Líbano em abril, sob intensa pressão internacional, depois do assassinato, em fevereiro, do ex-primeiro-ministro Rafik Hariri em um ataque a bomba em Beirute. A oposição e uma grande parcela da população libanesa culpam o governo sírio pelo atentado, mas a Síria rejeita as acusações. O governo de Bashar al-Assad também nega participação na morte do jornalista libanês Samir Qasir, conhecido por seu ativismo anti-Síria, na semana passada. |
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