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Jornalista anti-Síria é morto em explosão no Líbano | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A explosão de um carro-bomba em uma área residencial de maioria cristã em Beirute, no Líbano, matou um importante jornalista do país nesta quinta-feira. Fontes da segurança libanesa afirmaram que Samir Qasir, do jornal Al-Nahar, morreu instantaneamente em frente à sua casa. Sua mulher, Gizelle Khouri, ficou ferida e foi levada a um hospital. Qasir mantinha uma coluna no jornal, em que escrevia artigos contra o regime libanês pró-Síria. Trata-se da primeira personalidade da cena política libanesa a ser morta desde o assassinato do ex-primeiro-ministro Rafik Hariri, em 14 de fevereiro. Eleições O crime fez o Líbano mergulhar em sua pior crise política desde a guerra entre 1975 e 1990. Em abril, a Síria encerrou sua presença militar no Líbano, após 29 anos, sob intensa pressão da comunidade internacional e de grandes manifestações populares. Desde então, uma série de explosões atingiram áreas cristãs de Beirute, matando três pessoas. O Líbano está vivendo uma polêmica eleição parlamentar, que começou em 29 de maio e deve terminar em 19 de Junho – são quatro rodadas de votação. "O regime sírio-libanês ainda está vigorando. Ninguém pode nos dizer que esse regime foi eliminado", disse Solange Gemayel, uma das parlamentares anti-Síria eleita na primeira rodada. |
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