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Cônsul honorário francês é morto na capital do Haiti | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um grupo armado atacou e matou na capital do Haiti, Porto Príncipe, o cônsul honorário da França na cidade de Cap Haitien, no norte do país. Em entrevista à agência de notícias Associated Press, um porta-voz da embaixada francesa no Haiti, Eric Bosc, disse que o grupo armado atirou em Paul-Henri Mourral e levou seu carro. Em outro desdobramento da violência, cinco cadáveres foram encontrados nesta quarta-feira em um movimentado mercado de Porto Príncipe. Os corpos teriam sido queimados por homens armados, segundo um porta-voz da polícia do Haiti. Dezenas de outras pessoas teriam ficado feridas. Os criminosos teriam queimado várias barracas do mercado e, mesmo com a presença de policiais e de tropas da ONU no local, a violência não teria sido controlada. Alerta A polícia haitiana culpa simpatizantes armados do ex-presidente Jean-Bertrand Aristide pela onda de violência. Na semana passada, os Estados Unidos emitiram um alerta pedindo que seus cidadãos evitem viajar ao Haiti e retiraram os funcionários não-essenciais da embaixada em Porto Príncipe, por causa do aumento da violência no país. O Conselho de Segurança da ONU aprovou uma prorrogação do mandato de sua missão de paz no Haiti, que terminaria nesta quarta-feira. A Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah), iniciada há um ano, é liderada pelo general brasileiro Augusto Heleno Ribeiro. Os países-membros do conselho não conseguiram chegar a um acordo sobre o quanto tempo devem manter os soldados no país. |
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