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Gabinete de Israel aprova libertação de 400 palestinos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O gabinete israelense aprovou neste domingo a libertação de 400 prisioneiros palestinos. A decisão ocorre três meses após o primeiro-ministro Ariel Sharon ter concordado em soltar 900 presos como parte de um acordo de paz com a liderança da Autoridade Palestina. Mais da metade deles foi libertada logo após o encontro entre Sharon e o presidente palestino, Mahmoud Abbas, no Egito, em fevereiro. Mas Israel adiou a libertação do restante dos detidos exigindo que o governo palestino agisse com mais rigor para desarmar os militantes e impedir ataques contra alvos israelenses. Ainda não foi divulgada a data em que os presos palestinos devem sair livres. A questão dos presos é um dos pontos de atrito entre as duas partes do conflito no Oriente Médio – há mais de 7 mil palestinos detidos em Israel, e o país costuma se negar a soltar aqueles que acusa de ter "sangue nas mãos". Sharon já havia dito durante visita aos Estados Unidos na semana passada que libertaria os 400 presos num gesto de boa vontade com a Autoridade Palestina. Os palestinos responderam que o anúncio era apenas "propaganda" do governo de Israel, já que a libertação já havia sido acertada em fevereiro. |
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