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Premiê da Etiópia suspende protestos por um mês | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro da Etiópia, Meles Zenawi, proibiu a realização de manifestações no país por um mês, depois das eleições de domingo – cujo resultado foi questionado pela oposição. Zenawi também assumiu o controle das forças de segurança na capital etíope, Addis Ababa. O líder afirma que as decisões foram tomadas para garantir a estabilidade no período pós-eleitoral. Um número surpreendente de eleitores compareceu às eleições de domingo. Em alguns lugares, houve quem ficasse horas na fila. Observadores internacionais afirmam não poder comprovar as acusações da oposição de que o resultado teria sido armado. Vitória? Pelo contrário, a observadora-chefe da União Européia, Ana Gomez, classificou o pleito de "uma vitória para a democracia". Ela afirmou à BBC achar "absurdo" que a oposição etíope, que alega ter provas de fraude e de intimidação, queira invalidar as eleições tão cedo. O principal partido de oposição na Etiópia, a Coalizão para a Unidade e a Democracia (CUD) reclamou de supostas fraudes eleitorais e de prisões em massa dos seus observadores eleitorais. "Há uma possibilidade muito, muito grande de o meu partido vir a contestar o resultado", disse o presidnente do CUD, Hailu Shawel. |
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