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General iraquiano é assassinado em Bagdá | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O general Iyad Imad Mehdi, do Exército do Iraque, foi fuzilado nesta quinta-feira dentro do seu carro, quando estava a caminho do trabalho em Bagdá. O general é a mais recente vítima da onda de violência que nas últimas duas semanas deixou quase 400 mortos no país. De acordo com a agência de notícias AFP, um coronel da polícia iraquiana, Fadel Mohammad Mubarak, também teria sido baleado e morto cerca de uma hora mais tarde em um episódio isolado, também em Bagdá. Em meio à escalada da violência, o governo da Austrália reforçou que vai manter suas tropas no país – embora um australiano, Douglas Wood, de 63 anos – continue sob o poder de seqüestradores. Xeque Taj Nesta quinta-feira, o grupo teria anunciado a prorrogação do prazo inicial para matá-lo, caso as exigências deles de retirada das tropas australianas até terça-feira não fossem respeitadas. O principal líder muçulmano da Austrália, xeque Taj al-Din al-Hilali, que viajou ao Iraque especialmente para acompanhar o caso, afirmou nesta quinta-feira que os seqüestradores teriam dado mais uma semana ao australiano. O governo da Austrália enviou uma equipe ao país para tentar libertar Wood. A família do australiano chegou a oferecer o pagamento de um resgate pela liberdade dele. No entanto, segundo o porta-voz do xeque Taj, "o dinheiro não deve abalar as intenções dessas pessoas". Vários outros estrangeiros continuam sob seqüestrados no Iraque, entre eles, o engenheiro brasileiro João José de Vasconcellos Jr., que pode estar sendo mantido em cativeiro desde 19 de janeiro. O governador da província de Anbar também foi seqüestrado na terça-feira por insurgentes que exigem a suspensão das operações militares americanas na região. |
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