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Israel diz ter matado suposto militante da Jihad Islâmica | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Exército de Israel anunciou que seus soldados mataram a tiros um suposto militante do grupo palestino Jihad Islâmica perto da cidade de Tulkarm, na Cisjordânia, nesta segunda-feira. Segundo os militares israelenses, o militante teria aberto fogo quando os soldados se aproximavam. Fontes árabes afirmam que um soldado também foi morto no incidente. No domingo, autoridades israelenses disseram que capturaram um militante perto de Tulkarm, que, segundo elas, pretendia realizar um atentado suicida. Pelo segundo dia consecutivo, os militares israelenses entraram na área que voltou para o controle palestino em março. Sem autorização Autoridades palestinas queixaram-se que Israel não pediu autorização antes de realizar sua operação, o que seria previsto no acordo de devolução. Mas o Exército israelense disse que tinha o direito de entrar em território palestino se um ataque fosse iminente. O suposto militante suicida preso por Israel teria já feito uma declaração em vídeo costumeiramente feita por agentes em vias de realizar um ataque. Em acordo firmado em fevereiro, Israel disse que passaria cinco cidades na Cisjordânia para controle palestino. Até agora isto aconteceu apenas em relação a Tulkarm e Jericó. Restam Ramallah, Belém e Qalqilya. |
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