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Putin diz que luta contra terrorismo une Rússia e Israel | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse nesta quinta-feira que o combate ao terrorismo é o mais forte elo de união entre seu país e Israel. Putin fez a declaração no segundo dia de sua visita a Israel – uma viagem que está sendo considerada histórica. O presidente russo também disse que “hoje há uma chance de acabar com o conflito entre israelenses e palestinos” e que o segredo para o sucesso está no diálogo. Mas uma proposta feita por Putin de realizar na Rússia uma conferência de paz sobre o Oriente Médio foi recebida por frieza por Israel e pelos Estados Unidos, seu principal aliado, de acordo com correspondentes. Inimigo comum Putin defendeu planos de fornecer mísseis russos à Síria, mas disse que vetou a venda de armas de longo alcance que poderiam ter alterado o balanço militar na região. O presidente russo se encontrou com o presidente israelense, Moshe Katzav, em Jerusalém, e, segundo ele, os dois falaram sobre a “tragédia que atingiu os nossos povos durante a Segunda Guerra Mundial”. “Eu estou seguro de que, nem na Rússia nem em Israel, ninguém vai esquecer jamais os horrores desta guerra, que milhões foram aniquilados em nossos povos”, disse Putin. “Assim como ninguém vai esquecer que os nossos povos estavam lutando contra um inimigo comum.” Ainda nesta quinta, Putin deve se encontrar com o primeiro-ministro Ariel Sharon. A Rússia e Israel restabeleceram laços diplomáticos em 1991, mas a visita de Putin marca uma nova fase nas relações entre os dois países. Esta é a primeira vez que um presidente russo visita o território israelense. |
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