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Arcebispo do Rio descarta critério geográfico para escolher papa | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A América Latina gostaria de ter um papa nativo, assim como a África, mas esse não seria “o critério certo” para a escolha, disse o arcebispo do Rio de Janeiro, Eusébio Oscar Scheid. Na opinião de Scheid, que já está em Roma para o conclave que escolherá o próximo papa, o mais importante é que o novo pontífice represente tanto os católicos como toda a humanidade. Scheid disse nesta terça-feira à agência de notícias France Presse que a América Latina pode ter o maior número de católicos e cardeais do mundo, mas isso não garantiria que o próximo papa venha da região. A América Latina conta com 21 dos 117 cardeais que vão eleger o novo papa. Rapidez Quatro arcebispos da região são apontados entre os que têm chances de suceder João Paulo 2º: Cláudio Hummes, de 70 anos, cardeal arcebispo de São Paulo; Dário Castrillon Hoyos, de 75 anos, da Colômbia; o hondurenho Oscar Andres Rodrigues Maradiaga, de 62 anos, e Jorge Mário Bergoglio, de 68, de Buenos Aires. O conclave para a escolha do novo papa deve acontecer entre 15 e 20 dias após a morte do pontífice. O arcebispo de Salvador, o cardeal Geraldo Majella Agnelo, disse a uma rádio italiana esperar que o novo papa seja escolhido rapidamente. Agnelo disse que os cardeais já tiveram tempo para refletir e já chegariam ao conclave com idéias claras sobre o novo chefe da igreja. Ele negou insinuações de que seria candidato, dizendo que esta seria uma responsabilidade grande demais. |
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