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Militantes atacam a prisão iraquiana de Abu Ghraib | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Militantes altamente armados atacaram a prisão de Abu Ghraib, no Iraque, ferindo 44 soldados americanos e 12 detentos. No início da noite, um carro-bomba explodiu em um prédio externo e, logo depois, houve uma outra explosão seguida por tiroteios e granadas, segundo informações do Exército dos Estados Unidos. O confronto entre soldados e militantes durou cerca de uma hora e helicópteros e tanques foram chamados para restabelecer o controle. De acordo com o Exército americano, pelo menos 40 militantes estavam envolvidos no ataque. Pelo menos um deles foi morto e a confirmação da morte de outros deve ocorrer mais tarde, disse o porta-voz militar americano Guy Rudisill. Serviço de inteligência Dos soldados americanos feridos, apenas alguns tinham ferimentos sérios. Testemunhas disseram que a segunda explosão ocorreu quando as tropas americanas tentavam retirar as pessoas feridas na primeira explosão. Rudisill disse que os Estados Unidos tinham algumas informações do serviço de inteligência de que "alguma coisa como essa poderia acontecer". "Mas não sabemos por que esse ataque em grande escala aconteceu", afirmou. Mais de 3 mil prisioneiros estão detidos em Abu Ghraib, nos subúrbios de Bagdá. No ano passado, a prisão foi o centro de um escândalo sobre abusos de prisioneiros. Já sob o comando do ex-líder iraquiano Saddam Hussein, Abu Ghraib tinha a fama de ser uma das prisões mais temidas no país. |
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