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Padre que atacou Vanderlei é banido da maratona de Londres | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia metropolitana de Londres proibiu o ex-padre Cornelius Horan, que agarrou o atleta Vanderlei de Lima durante a maratona das Olimpíadas de Atenas, no ano passado, de se aproximar das ruas onde será corrida a maratona de Londres, em abril. A proibição foi baseada numa medida de comportamento anti-social. No ano passado, o padre já tinha tentado atrapalhar a maratona de Londres. Em 2003, ele invadiu a pista onde se disputava o GP de Silverstone, de Fórmula 1. Como resultado da intervenção de Horan em Atenas, o maratonista brasileiro, que liderava a prova até aquele momento, caiu para a terceira posição e ficou com a medalha de bronze. Numa audiência num tribunal local, o ex-padre disse que não vai comparecer à maratona de Londres. O superintendente de polícia Peter Vincent disse que os participantes da prova têm o direito de correr sem serem perturbados por "indivíduos procurando publicidade". "Por causa do tamanho da operação, não é possível garantir que qualquer pessoas com más intenções não vá pular da multidão e nós precisamos de uma medida que proíba Horan de estar em qualquer lugar próximo ao evento", disse. Horan, que compareceu à audiência sem advogado, disse: "Eu levei a Bíblia ao mundo em dois grandes eventos esportivos". "Eu não preciso fazer isso uma terceira vez, porque o Novo Testamento me pede que eu o faça apenas duas vezes. Estou satisfeito em dizer que minha missão está encerrada neste sentido." Acredita-se que essa seja a primeira vez que uma medida ligada a comportamento anti-social foi emitida para um evento esportivo. Em janeiro, Horan foi exonerado pelo arcebispo de Southwark. |
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