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Soldado aliado é morto por americanos no Iraque, diz Bulgária | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro da Defesa da Bulgária, Nikolai Svinarov, disse que um soldado búlgaro morto no Iraque na sexta-feira foi alvo de disparos de tropas americanas. Segundo ele, os tiros partiram de uma patrulha do Exército dos Estados Unidos situada a cerca de 150 metros dos militares búlgaros. O comando militar búlgaro enviou uma carta à cúpula do Exército americano para que investigasse o episódio. A declaração do ministro foi feita após a publicação no website do Exército da Bulgária de uma mensagem anônima afirmando que o soldado, Gurdi Gardev, havia sido vítima de um episódio de "fogo amigo". O ministro explicou que as tropas da Bulgária haviam realizado disparos para o alto para fazer um veículo iraquiano parar num posto de controle na estrada. Os americanos teriam alvejado o local de onde partirar os tiros, pensando se tratar de um ataque rebelde. Cerca de 450 soldados búlgaros, sob comando polonês, participam das forças que tentam estabilizar o Iraque. Gardev foi o oitavo soldado da Bulgária a morrer no Iraque. Itália A notícia do episódio de "fogo amigo" ocorre num momento em que os Estados Unidos enfrentam críticas após suas tropas terem matado também o agente do serviço secreto italiano Nicola Calipari. Ele havia ajudado a libertar a jornalista Giuliana Sgrena, na sexta-feira,. O carro em que viajava com a jornalista a caminho do aeroporto de Bagdá foi atingido por tiros disparados por soldados americanos. A jornalista italiana, que passou um mês no cativeiro, sugeriu que soldados americanos podem ter tentado matá-la de propósito. O Exército americano alega que as tropas dispararam porque o carro não parou em um posto de controle, mas já abriu uma investigação do incidente. |
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