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Jornalista italiana é seqüestrada no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia do Iraque disse nesta sexta-feira que uma jornalista italiana foi seqüestrada na capital do país, Bagdá. A jornalista, Giuliana Sgrene, trabalha para o jornal italiano Il Manifesto. Sgrene foi levada por um grupo de homens armados quando fazia entrevistas perto da Universidade de Bagdá, disseram fontes policiais iraquianas. De acordo com estas fontes, os seqüestradores encostaram seu veículo junto ao da repórter e obrigaram seu motorista e um jornalista iraquiano a sairem. Em seguida, partiram com o veículo de Sgrene, que permaneceu a bordo. Um editor do Il Manifesto disse que Sgrene havia telefonado para a redação para dizer que está bem, mas seu tradutor telefonou poucos minutos depois para dizer que ela havia sido seqüestrada. Duas funcionárias italianas de organizações humanitárias, Simona Pari e Simona Torretta, foram tomadas como reféns em setembro último e libertadas 21 dias depois. |
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