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'Linha dura' deve representar os EUA na ONU | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, nomeou o subsecretário de Estado, John Bolton, como embaixador dos Estados Unidos junto à Organização das Nações Unidas (ONU). Bolton, atualmente o mais graduado especialista do governo americano em controle da proliferação de armas, tem a reputação de ser um crítico severo da ONU. Sua indicação provavelmente vai causar controvérsia, diz o correspondente da BBC junto ao Departamento de Estado, Jonathan Beale. A indicação de Bolton precisa ser confirmada pelo Senado americano antes que ele possa suceder John Danforth, que se aposentou em janeiro. A escolha de Bolton foi anunciada pela secretária de Estado, Condoleezza Rice. Segundo Rice, o desempenho de Bolton é prova de seu compromisso com uma política multilateral e com as reformas da ONU. Admirado John Bolton tem adotado uma posição combativa sobre o Irã, Iraque e Coréia do Norte. Ele é admirado por muitos republicanos e neoconservadores, mas não é tido como particularmente próximo do ex-Secretário de Estado Colin Powell. Ele teria dito em 1994 que não faria nenhuma diferença se a sede da ONU em Nova York perdesse dez de seus andares. Bolton é subsecretário de Estado para controle de armas e segurança internacional desde maio de 2001. Antes disso, ele ocupou várias posições importantes nos departamentos de Estado e de Justiça em governos republicanos. |
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