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EUA anunciam retirada de 15 mil soldados do Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O subsecretário de Defesa dos Estados Unidos, Paul Wolfowitz, anunciou que o país deve retirar 15 mil soldados do Iraque a partir do mês que vem. Ele disse no Senado americano que tratam-se dos militares cujo prazo de serviço no Iraque foi ampliado no mês passado para reforçar a segurança das eleições, ocorridas no dia 30 de janeiro. Wolfowitz disse ainda que o Iraque tem “um caminho muito difícil pela frente” e que os Estados Unidos vão manter 135 mil soldados no país neste ano. Analistas dizem que o alto comparecimento às urnas na eleição de domingo, acompanhado de um nível de violência limitado, pode ter motivado a decisão. Erros Nesta sexta-feira, o comando militar americano divulgou que dois fuzileiros navais foram mortos na província de al-Anbar. Wolfowitz reiterou durante seu depoimento que o governo do presidente George W. Bush não vai estabelecer um cronograma para a retirada de suas tropas do Iraque. “Eu acho que vamos conseguir chegar ao nível que haviamos projetado antes da eleição”, disse ele. Segundo o subsecretário, as forças americanas estão treinando seus colegas iraquianos, mas estes se depararam com “incontáveis desafios e sofreram numerosos revéses”. Por isso, muito trabalho “claramente precisa ser feito”. “O que não queremos é entregar prematuramente uma área e daí criar um lugar onde o inimigo pode se organizar e operar”, disse Wolfowitz. “Acho que pode ser visto que nos últimos anos foram cometidos alguns erros deste tipo. Não queremos repeti-los.” |
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