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Atualizado às: 22 de fevereiro, 2005 - 01h48 GMT (23h48 Brasília)
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Allawi anuncia candidatura a primeiro-ministro
Coalizão de Allawi ficou em terceiro lugar nas eleições
Coalizão de Allawi ficou em terceiro lugar nas eleições
O primeiro-ministro interino do Iraque, Iyad Allawi, anunciou nesta segunda-feira que vai concorrer ao cargo de forma defintiva.

O anúncio surpreendeu observadores do processo de transição iraquiano porque a coalizão de Allawi ficou em terceiro mais votado nas eleições do dia 30 e acreditava-se que a decisão ficaria entre Ibrahim al-Jaafari e Ahmad Chalabi.

Jaafari e Chalabi fazem parte da Aliança Nacional Iraquiana, a coalizão xiita que recebeu o maior número de votos, conquistando 140 das 275 cadeiras da futura Assembléia Nacional.

Nenhuma das duas coalizões xiitas tem maioria de dois terços necessária para assegurar o cargo de primeiro-ministro, mas podem se aliar ao bloco curdo, que conquistou 75 cadeiras.

Um porta-voz do governo iraquiano, Thaer al-Naqib, disse à agência de notícias Reuters que a decisão pela candidatura de Allawi, um xiita secular, foi tomada depois que vários partidos disseram que apoiariam o primeiro-ministro interino.

Operação em Ramadi

Ainda nesta segunda-feira, o Exército americano deu continuidade às suas operações na província de Al Anbar, região ao leste de Bagdá conhecida como Triângulo Sunita.

A operação tem como ponto central a cidade de Ramadi, capital da província, um reduto rebelde há vários meses, mas envolve outras cidades ao longo do rio Eufrates.

Segundo as forças de segurança iraquianas, que também estão participando da operação, um líder tribal proeminente e mais de dez de seus parentes estão entre as pessoas detidas na ação militar.

A operação é realizada três meses depois do controvertido ataque de tropas americanas a Falluja, ao leste de Ramadi.

A província de Al Anbar é o lugar onde mais morreram soldados americanos no Iraque. Apenas 2% da população da província votou nas históricas eleições de janeiro.

O governo indonésio informou que dois dos seus cidadãos que haviam sido sequestrados no Iraque na semana passada foram libertados. Relatos não confirmados indicam que eles foram soltos justamente perto de Ramadi. Militantes de Ramadi libertaram dois jornalistas indonésios nesta segunda-feira.

Os sequestradores, o Exército de Guerreiros, disseram que numa fita de vídeo que eles estavam sendo libertadis "sem qualquer condição".

O repórter Meutya Hafid, 26, e o câmera Budiyanto, 36, foram abduzidos na semana passada numa estrada da Jordânia para Bagdá.

Mas um outro sequestro, envolvendo uma jornalista de uma TV iraquiana, foi divulgado nesta segunda-feira.

"Raeda Wazzan foi sequestrada por homens armados no distrito de Maudan, no centro de Mosul, com o seu filho de dez anos", disse Ghazi Fyacal da TV Iraqia.

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