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Atualizado às: 19 de fevereiro, 2005 - 10h27 GMT (08h27 Brasília)
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China discute crise nuclear com a Coréia do Norte
Instalação nuclear norte-coreana
A China considera a Coréia do Norte um importante aliado na região
O diretor do departamento internacional do Partido Comunista da China, Wang Jiarui, viajou neste sábado à Coréia do Norte para tentar convencer o governo a retomar as negociações sobre o fim do programa nuclear do país.

Há uma semana, o governo de Pyongyang afirmou que continuaria afastado "por um período indefinido" das negociações entre os seis países e que "incrementaria" o seu arsenal nuclear.

A China é o aliado mais próximo da China e já influenciou o governo norte-coreano a voltar à mesa de discussões outras vezes.

Na sexta-feira, o governo americano voltou a criticar a Coréia do Norte, classificando os esforços norte-coreanos para desenvolver armas nucleares de "beco sem saída".

O enviado chinês deve permanecer na Coréia do Norte até a segunda-feira, mas a China não detalhou a agenda dele no país.

De acordo com a Xinhua, a agência oficial de notícias da China, "os dois lados vão trocar pontos-de-vista sobre os contatos multilaterais em 2005, bem como questões internacionais e regionais de interesse mútuo."

A China sediou três rodadas das negociações e tem a intenção de se manter à frente das iniciativas diplomáticas com a Coréia do Norte, considerada um aliado fundamental.

No entanto, é difícil prever até aonde os líderes de Pequim estão dispostos a pressionar os aliados, segundo o correspondente da BBC em Seul, Charles Scanlon.

Fontes diplomáticas afirmam que os chineses se surpreenderam com as alegações da Coréia do Norte de que o país já tem armas nucleares.

No entanto, desde então, os chineses vêm pedindo calma e descartaram a imposição de sanções contra o país.

'Erro'

O principal negociador de Washington, Christopher Hill, afirmou que o programa bélico nuclear norte-coreano é um "enorme erro" e que o projeto vem causando danos à economia do país e às relações com outros países.

"Ter armas nucleares é um beco sem saída para a Coréia do Norte. Eles não podem fazer progresso se permanecerem neste caminho", afirmou Hill na sexta-feira, depois de voltar de uma visita a Pequim.

Hill afirmou ainda que os Estados Unidos e os outros países participantes das negociações devem coordenar as suas estratégias em relação à Coréia do Norte.

A Coréia do Sul vem se mantendo fiel à política de reconciliação com os vizinhos, enquanto os americanos defendem reações mais duras.

Segundo o correspondente Charles Scanlon, a relação entre os dois vizinhos vai ser posta à prova em breve, já que a Coréia do Norte pediu 500 mil toneladas de fertilizantes ao sul.

Nos Estados Unidos, a imprensa já noticiou que o pedido foi rejeitado. No entanto, em outras ocasiões, a Coréia do Sul já classificou fertilizantes e comida como ajuda humanitária independente de considerações políticas.

Na sexta-feira, os sul-coreanos anunciaram que permitirão que a sua companhia elétrica estatal forneça energia ao complexo industrial Kaesong, localizado nas proximidades da fronteira norte entre os países.

O projeto Kaesong, aprovado em 2000, é visto como um símbolo da política de reconciliação entre as Coréias.

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