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Atualizado às: 03 de janeiro, 2005 - 20h13 GMT (18h13 Brasília)
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Ataques de sunitas no Iraque matam pelo menos 16
Cena do ataque próximo ao escritório do premiê interino Ayad Allawi.
Ataques se tornam mais freqüentes antes das eleições
Pelo menos 16 iraquianos, a maioria soldados e policiais, morreram em novos ataques no país nesta segunda-feira.

Um carro-bomba explodiu na frente de um posto policial em Bagdá, perto dos escritórios do partido do primeiro-ministro interino do país, Ayad Allawi.

O veículo foi visto em chamas no local, e dois policiais iraquianos e um civil morreram no ataque. Pelo menos outros 20 iraquianos ficaram feridos.

Seis soldados morreram em um outro ataque, ocorrido em uma estrada na cidade-natal de Saddam Hussein, Tikrit.

Outros ataques da resistência sunita no Iraque nesta segunda-feira também incluem um a quatro soldados iraquianos, que foram mortos quando um carro-bomba explodiu em um posto de controle em frente à uma base miitar americana em Balad, ao norte de Bagdá. E dois oficiais de segurança iraquianos foram assassinados em um posto de controle na cidade sunita de Baiji.

Um carro bomba explodiu próximo à região de alta segurança chamada “Zona Verde” de Bagdá, sem deixar vítimas.

Um policial morreu na cidade de Mosul ao tentar desativar uma bomba amarrada a um corpo decapitado.

Eleições

O chefe do serviço secreto iraquiano, o general Muhammad Abdullah Shahwani, disse que mais de 200 mil pessoas fazem parte de um movimento de resistência no país.

"A resistência é maior do que a presença militar americana no Iraque", disse Shahwani à agência AFP.

Ele disse calcular que 40 mil deles seriam guerrilheiros de alto nível, e os restantes seriam voluntários ou simpatizantes.

O ministro de Defesa iraquiano, Hazem Al-Shaalan, sugeriu que as eleições nacionais marcadas para 30 de janeiro podem ser adiadas se a comunidade de muçulmanos sunitas concordar em participar.

"Estamos pedindo para que os nossos irmãos árabes, especialmente no Egito e nos países do Golfo, interfiram junto aos sunitas para que eles participem", disse ele.

"Se necessário, adiaremos as eleições para que isso ocorra".

O maior grupo sunita do Iraque, o Partido Islâmico Iraquiano, já pediu por um boicote das eleições e militantes sunitas ameaçaram atacar os eleitores.

Uma participação significante dos sunitas é considerada fundamental para a credibilidade das eleições.

No domingo, o secretário de Estado americano, Colin Powell, disse que a violência deve aumentar no período que antecede às eleições. No mesmo dia, um ataque próximo à capital do país, Bagdá, matou 23 soldados.

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