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Grupos militantes sunitas ameaçam eleitores iraquianos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Três grupos insurgentes sunitas no Iraque ameaçaram a população para que não vote nas eleições marcadas para 30 de janeiro. Descrevendo as eleições como uma “farsa suja”, um comunicado divulgado em um website disse que quem participar das eleições não estará seguro. A comissão eleitoral iraquiana negou que 700 funcionários eleitorais tenham se demitido após receberem ameaças. A ameaça aos eleitores apareceu no site do grupo Ansar Al-Sunna, organização tida como responsável por um ataque à base americana de Mosul, que matou 22 pessoas há duas semanas. Impossível O comunicado foi assinado pelos grupos Exército Islâmico do Iraque e Exército de Mujahideen. O comunicado diz que a democracia é contrária aos valores islâmicos, as seções eleitorais são centros de ateísmo e as eleições resultariam na aprovação de leis antiislâmicas. O principal grupo político sunita do país, o Partido Islâmico Iraquiano, já tinha pedido um boicote das eleições, dizendo que a violência nas regiões norte e central do país inviabilizam qualquer tentativa de eleições livres e justas. Uma participação significativa da minoria sunita iraquiana é considerada fundamental para a credibilidade das eleições. Líderes xiitas, que representam a maioria do país, declararam que as eleições são um dever religioso. |
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