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Principal partido sunita se retira de eleições no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O principal movimento político sunita iraquiano, o Partido Islâmico do Iraque, afirmou que vai se retirar da disputa das eleições em janeiro. O líder do partido, Mohsen Abdul Hamid, disse que a medida foi motivada pela recusa das autoridades iraquianas em adiar a votação. "Falamos que tomaríamos parte (das eleições) se certas condições fossem obedecidas, o que não ocorreu", disse Hamid a jornalistas em Bagdá. O partido entregou a sua lista de candidatos à eleição no início de dezembro. "Nosso partido pediu, no dia 5 de dezembro, que as eleições fossem adiadas por seis meses, nós usamos argumentos razoáveis. As autoridades competentes se recusaram a ouvir a voz da razão", afirmou Hamid. Muitos sunitas temem que a violência em suas áreas possa fazer com que eleitores se sintam intimidados demais para votarem no dia 30 de janeiro. Hamid disse que entre 18 províncias iraquianas, seis não seriam capazes de realizar votações confiáveis no dia 30 de janeiro. Com a saída do Partido Islâmico do Iraque, correspondentes afirmam que um dos únicos políticos importantes que fazem parte da minoria sunita e que ainda vai disputar as eleições é o estadista Adnan Pachachi. |
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