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Partidos no Iraque começam campanha eleitoral | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os partidos políticos no Iraque começaram nesta quarta-feira o primeiro dia oficial de campanha para as eleições, marcadas para 30 de janeiro. Os iraquianos vão eleger uma assembléia de 275 membros que vai escolher um governo e fazer um esboço de uma Constituição. As autoridades eleitorais dizem que cerca de 70 partidos se registraram, incluindo grupos muçulmanos sunitas, que haviam ameaçado boicotar as eleições. As autoridades no Iraque têm agora um prazo de seis semanas para se preparar para as eleições, inclusive em áreas que ainda são marcadas por ataques freqüentes. Domínio O vice-ministro de Relações Exteriores iraquiano, Hamid Al-Bayati, disse à BBC que a votação de janeiro tem a intenção de criar um governo em que nenhuma das principais comunidades do país - sunitas, xiitas ou curdos - domine o poder. O correspondente da BBC em Bagdá Peter Greste afirma que se as eleições não forem um sucesso, elas servirão para aumentar as diferenças entre essas comunidades, levando a um governo sem legitimidade. Mas se der certo, segundo Greste, as eleições levarão a democracia à região, assim como prometeu o presidente americano, George W. Bush. Durante as próximas seis semanas, os grupos políticos precisam "vender" as suas propostas em um ambiente de violência e caos, e os eleitores precisam entender a cédula e o novo sistema político. De acordo com Greste, grupos sunitas, como o Partido Islâmico iraquiano, argumentam que é impossível realizar eleições com o conflito que ainda existe no país. O correspondente da BBC diz que esses partidos ainda podem decidir boicotar o pleito, mas as autoridades dizem que eles se registraram para participar. |
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