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Forças do Iraque 'precisam de mais ajuda dos EUA' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O mais importante comandante militar americano no Iraque diz estar preocupado com a capacidade das forças de segurança do governo interino iraquiano lidarem com ataques de insurgentes a praticamente um mês das eleições parlamentares. O general John Abizaid é coordenador do Comando Central e afirmou que os iraquianos não têm o treinamento ou a experiência necessárias para a missão sem uma ajuda extra dos Estados Unidos. No mais recente episódio de violência no país, 17 iraquianos foram mortos quando iam para o trabalho em uma base militar americana na cidade de Tikrit. Outros 13 ficaram feridos. "Dois veículos abriram fogo contra ônibus de civis, que tinham parado para que os passageiros desembarcasse. Eram pessoas que trabalham para as forças de coalizão", disse o Capitão Bill Coppernoll, porta-voz da Primeira Divisão de Infantaria americana. Novos ataques Em outro ataque, um motorista suicida explodiu o carro em um em um posto da Guarda Nacional Iraquiana, na cidade de Beiji, causando a morte de 3 soldados e deixando 18 feridos. De acordo com o porta-voz das tropas americanas, seis de seus soldados também morreram em ataques de rebeldes no Iraque neste sábado. No sábado, 14 iraquianos foram mortos em ataques a bomba nas cidades de Bagdá e Mosul. O general John Abizaid falou em uma conferência sobre a segurança do Golfo Persa realizada no Barein. Vizinhos Ele disse que vizinhos do Iraque, principalmente a Síria e o Irã, deveriam se esforçar mais para proibir a entrada de insurgentes estrangeiros no país. "É muito importante que todos percebam que a estabilidade do Iraque depende também de seus vizinhos e das pessoas que vivem no Iraque", disse Abizaid. Ele também disse que está claro que membros do antigo regime iraquiano têm o dinheiro e a motivação para ajudar insurgentes e que pediu ao governo sírio que ponha um fim nessa situação. Mas o general disse estar desapontado pelo fato do exército do iraque ainda estar se desenvolvendo de uma maneira muita lenta para lidar com a atual situação. "Apesar das forças iraquianas contarem com mais homens hoje do que antigamente, elas ainda precisam receber mais treinamento. Por isso é necessário trazer mais soldados americanos", disse ele. Em meados de janeiro, as forças dos Estados Unidos no Iraque devem ganhar um reforço de doze mil pessoas. Com isso, o efetivo geral vai chegar a 150 mil militares. |
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