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Forças do Iraque não garantem eleição, diz general americano | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um importante comandante militar americano diz estar preocupado com a capacidade das forças de segurança do governo interino do Iraque lidarem com ataques de insurgentes a praticamente um mês das eleições parlamentares. O general John Abizaid é coordenador do Comando Central e expressou a preocupação durante uma conferência no Barein. Ele alertou que os iraquianos ainda não têm treinamento e experiência para levar o trabalho adiante. De acordo com o general, é necessária uma ajuda extra americana. Aumento Em meados de janeiro, as forças dos Estados Unidos no Iraque devem ganhar um reforço de doze mil pessoas. Com isso, o efetivo geral vai chegar a 150 mil militares. O general Abizaid reconheceu que as fronteiras do Iraque ficaram mais seguras no último mês. Houve menos infiltração de militantes de outros países. Mas, de acordo com o comandante, vizinhos do Iraque, principalmente a Síria e o Irã, deveriam se esforçar mais para proibir a entrada de insurgentes estrangeiros no país. |
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