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Israel condena palestino a 67 penas de prisão perpétua | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um tribunal militar de Israel condenou um alto integrante do grupo islâmico palestino Hamas a 67 penas de prisão perpétua. Abdullah Barghouti, de 32 anos, era acusado de preparar atentados suicidas que deixaram pelo menos 66 mortos e feriram centenas. Barghouti havia se declarado culpado, admitindo a participação em ataques de grande impacto em Jerusalém, como aquele realizado contra a pizzaria Sbarro, no coração da parte ocidental da cidade. Ele também foi responsável por um triplo ataque suicida no calçadão de pedestres de Ben Yehuda, no Café Moment, e na cafeteria da Universidade Hebraica, todos em Jerusalém. Americanos Além dos israelenses, pelo menos cinco cidadãos americanos morreram nas ações tramadas por Barghouti. Ele recebeu uma pena de prisão perpétua por cada pessoa morta nos ataques e mais uma pelas centenas de feridos. Ao anunciar a sentença, o juiz responsável pelo caso afirmou que a onda de atentados articulada pelo membro do Hamas foi uma das mais graves da sangrenta história de Israel. De acordo com informações do Exército israelense, Barghouti estudou engenharia na Coréia do Norte antes de retornar aos territórios palestinos em 1999. Ele teria subido rapidamente na hierarquia do grupo palestino, alcançando o posto de comandante militar na Cisjordânia. Barghouti, nascido no Kuwait numa família palestina, foi preso por soldados israelenses em Ramallah, quando dirigia o seu carro. |
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