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Indonésia prende suspeitos de ataque a embaixada | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia da Indonésia prendeu quatro pessoas que podem estar ligadas a uma explosão na embaixada australiana em Jacarta que matou 11 pessoas, incluindo a pessoa que executou o atentado. Os suspeitos incluem o organizador do atentado e o fabricante da bomba, segundo a polícia. Três dos homens foram presos no dia 5 de novembro. Eles estavam numa lista de procurados, com recompensas de US$ 55 mil (cerca de R$ 150 mil) oferecidas para cada um. O ataque, em setembro, foi atribuído a um grupo chamado Jemaah Islamiah, que, acredita-se, estaria ligado à organização Al-Qaeda. Avanço A correspondente da BBC em Jacarta, Rachel Harvey, disse que essas prisões marcam um grande avanço nas investigações sobre a explosão na embaixada. Os homens foram presos na cidade de Bogor, a cerca de 60 km da capital indonésia, por uma equipe especial de polícia antiterror, treinada por americanos. De acordo com a polícia, os suspeitos estavam usando pequenas bolsas presas na cintura, contendo bombas de fabricação artesanal, com o propósito de detoná-las em caso de prisão. Mas, por alguma razão, o pacto suicida não foi cumprido. A polícia afirmou que as prisões não foram divulgadas imediatamente por temor de comprometer a busca por outros militantes que ainda estão desaparecidos. As autoridades ainda estão caçando dois militantes da Malásia, suspeitos de terem planejado o ataque e de estarem envolvidos em outros atentados, incluindo o de Bali em 2002. O ministro das Relações Exteriores da Austrália, Alexander Downer, parabenizou a polícia pelas prisões. "Eles foram diligentes em localizar os responsáveis e tentar levá-los à Justiça", afirmou. |
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