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Ex-comandante do Exército de Israel morre afogado | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ex-comandante do Exército de Israel Rafael Eitan morreu afogado nesta terça-feira, após ter sido arrastado por uma corrente marítima do Mediterrâneo, na região da cidade de Ashdod. Eitan, de 75 anos, era general da reserva e fundador e líder do Tzomet, um partido político da direita nacionalista. Relatos na imprensa israelense afirmam que Eitan trabalhava num projeto de renovação do porto quando foi arrastado pelas águas de um quebra-mar. Ele ficou desaparecido nas águas por mais de uma hora, segundo a rádio do Exército de Israel. Quando o seu corpo foi resgatado, paramédicos tentaram reanimá-lo, mas não conseguiram. Investigação As circunstâncias que provocaram a morte de Eitan não estão claras. O ministro dos Transportes, Meir Sheetrit, determinou a criação de uma comissão para investigar o incidente. Eitan serviu no Exército israelense por 37 anos, e esteve no comando das forças entre 1978 e 1983. Ele esteve em combates na guerra iniciada após a fundação do Estado de Israel, em 1948, na campanha do Sinai, em 1956, na Guerra dos Seis Dias, em 1967, e na Guerra do Iom Kippur, em 1973. Ao deixar o Exército, criou o partido ultranacionalista Tzomet, que depois se juntaria ao Likud, do atual primeiro-ministro, Ariel Sharon. Nos anos 90, Rafael Eitan atuou como ministro da Agricultura e do Meio Ambiente. Eitan era contrário à devolução de terras ocupadas aos palestinos, defendendo o direito dos israelenses construírem assentamentos na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. |
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