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Powell vê 'oportunidade' em visita a Israel | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O secretário de Estado americano, Colin Powell, chegou neste domingo ao Oriente Médio para reuniões com autoridades israelenses e palestinas. A visita de Powell poderá ser a última antes de deixar o cargo de secretário de Estado e ocorre num momento de intensas movimentações diplomáticas por causa da morte do líder palestino, Yasser Arafat. Antes de desembarcar em Tel-Aviv, o secretário disse que a região vive um "momento de oportunidade". "O grande passo à nossa frente agora é ajudar o povo palestino a se preparar para e eleição", afirmou o secretário, que faz a sua primeira visita ao Oriente Médio em um ano e meio. Ele disse ainda que ia usar as reuniões com os dois lados do conflito para tentar assegurar que o maior número possível de palestinos possa votar no dia 9 de janeiro, data prevista para as eleições. Encontro com Abbas Powell deve se encontrar com o primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, e o seu ministro do Exterior, Silvan Shalom, em Jerusalém. Em seguida, espera-se que ele viaje à cidade de Jericó, na Cisjordânia, para se encontrar com o presidente da Organização pela Libertação da Palestina Mahmoud Abbas e, possivelmente, com o primeiro-ministro Ahmed Korei. Powell chega à região em mais um dia de violência. Tropas israelenses atiraram em três palestinos na cidade de Beitunia, ao oeste de Ramallah. Segundo fontes palestinas, um líder do grupo militante Brigada dos Mártires de Al-Aqsa estaria entre os mortos. Outro palestino foi morto por Israel perto de um assentamento israelense na Faixa de Gaza. Segundo o Exército de Israel, o palestino estava armado. Pressão Segundo Barbara Plett, correspondente da BBC na região, a visita de Powell tem como objetivo estreitar as relações entre o governo americano e a nova liderança palestina. Estados Unidos e Grã-Bretanha também deixaram claro que a nova liderança palestina deve lutar contra a violência de militantes palestinos na região. Os palestinos afirmam que isso só irá acontecer se uma pressão semelhante for feita sobre Israel. |
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