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Funcionários da ONU são libertados no Afeganistão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Três funcionários das Nações Unidas que haviam sido seqüestrados no Afeganistão no mês passado foram libertados nesta terça-feira. Os reféns – Shqipe Habibi, da província de Kosovo, a britânica Annetta Flanigan e o filipino Angelito Nayan – foram levados para um hospital militar e estariam bem de saúde. Eles haviam sido seqüestrados na capital afegã, Cabul, por homens armados usando roupas de camuflagem, que os arrancaram do veículo em que estavam. Um grupo dissidente da milícia Talebã reivindicou a autoria do seqüestro e vinha exigindo que 26 prisioneiros fossem libertados em troca dos reféns. Operação militar No entanto, o governo afegão indiciou que acreditava que os funcionários da ONU estavam nas mãos de criminosos comuns. Há relatos não oficialmente confirmados de que os três foram resgatados em uma operação militar. Um representante do governo afegão disse, porém, que um dos seqüestradores foi morto e quatro outros ficaram seriamente feridos na missão de resgate. Os três reféns haviam viajado para o Afeganistão para ajudar na realização das eleições presidenciais, realizadas em 9 de outubro. |
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