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Forças do EUA fazem buscas por reféns em Cabul | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Forças afegãs e americanas invadiram casas em Cabul em buscas por três funcionários da ONU seqüestrados no mês passado. Helicópteros dos Estados Unidos sobrevoaram a área, enquanto soldados arrombavam duas casas no norte da cidade. Dez pessoas foram presas na operação, ocorrida nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira. Annetta Flanigan, da Irlanda do Norte, Shqipe Habibi, de Kosovo, e o diplomata filipino Angelito Naya foram levados por homens armados na capital do Afeganistão em 28 de outubro. Eles ajudavam a organizar as eleições presidenciais, realizadas recentemente no país. As tropas americanas e afegãs utilizaram explosivos para arrombar a entrada das casas invadidas. Médico Entre os presos para interrogatório está um médico que trabalhava para a ONU, Munir Mosamem, e seu filho adolescente. Testemunhas disseram à BBC que os soldados mostraram fotos dos reféns aos vizinhos e perguntaram se alguém os havia visto. Trata-se da primeira ação de busca dos reféns desde que eles desapareceram. Um grupo que se proclamou como o Exército dos Muçulmanos disse ter seqüestrado os estrangeiros e pediu em troca a libertação de prisioneiros de cadeias no Afeganistão ou mantidos pelos americanos na base militar de Guantánamo (Cuba). As autoridades têm dúvidas, porém, sobre a existência desse grupo militante. Afirmam que o seqüestro pode ter sido organizado por criminosos comuns interessados no dinheiro do resgate. |
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