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Fifa discute formas de evitar mortes de jogadores em campo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma conferência da Fifa está discutindo problemas médicos que atingem os jogadores de futebol, incluindo casos de morte súbita de atletas dentro de campo, como aconteceu com o brasileiro Serginho. Além do jogador do São Caetano, outros casos famosos de jogadores que faleceram no gramado incluem o camaronês Marc-Vivien Foe, morto por causas naturais durante uma partida da seleção do país, no ano passado, e o húngaro Miklos Feher, que teve um ataque cardíaco enquanto jogava pelo Benfica, em janeiro. O encontro também vai discutir a questão do doping. Em sua abertura, o presidente da comissão médica da Fifa, Michael D’Hooghe, pediu que os médicos que atendem jogadores auxiliem no combate ao doping Mutu “Todos os dias aparecem novos medicamentos que põe em risco a vida dos jogadores, e a Fifa emprega novos mecanismos e ações para combater essa situação”, disse ele. D’Hooghe, disse que a indústria do doping gera US$ 16 milhões por ano. Ele disse que a instituição realizou 110 mil exames para detectar substâncias proibidas. Cerca de 1% dos exames tiveram resultados positivos. Nesta quinta-feira, o atacante romeno Mutu do Chelsea foi suspenso dos gramados por sete meses, após ter sido pego em um exame anti-doping e admitido o uso de cocaína. Mutu, que disse usar a cocaína como estimulante sexual, teve seu contrato rescindido pelo time inglês. A conferência deve durar três dias e reunir mais de 500 médicos relacionados com o esporte, inclusive os brasileiros Rodrigo Campos Pace Lasmar, Reinaldo Jesús-Garcia Filho e Nabil Ghorayeb. O encontro de Cancún faz parte dos eventos comemorativos do centenário da Fifa. |
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