|
Refém britânica no Iraque faz novo apelo em vídeo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A televisão árabe Al-Jazeera transmitiu um segundo vídeo da trabalhadora Margaret Hassan pedindo a saída das tropas britânicas do Iraque. Ela também pediu à Care International, a agência de ajuda para a qual ela trabalha, a fechar seu escritório em Bagdá e para que as mulheres iraquianas detidas em prisões americanas sejam libertadas. Hassan, que está sendo mantida refém por um grupo desconhecido, foi seqüestrada na semana passada em seu escritório em Bagdá. A trabalhadora, que tem 59 anos, nasceu na Grã-Bretanha, mas vive e trabalha no Iraque há 30 anos e é casada com um iraquiano. Por isso, tem cidadania britânica e iraquiana, além de irlandesa. Avanço para Bagdá No vídeo transmitido nesta quarta-feira, Hassan aparece confusa, numa sala pouco iluminada. Quase chorando, ela falou diretamente à câmera repetindo a mensagem do vídeo da semana passada, com um pedido para que o primeiro-ministro britânico Tony Blair retire as tropas do Iraque. "Por favor, não traga os soldados para Bagdá", disse Hassan, segundo a agência de notícias Associated Press. "Por favor, acima de tudo, por favor, liberte as mulheres prisioneiras." O Ministério de Relações Exteriores da Grã-Bretanha disse que estudaria com muita cautela como responderia ao vídeo, se é que vai fazê-lo. O apelo chegou no momento em que centenas de soldados do Primeiro Batalhão Black Watch estavam sendo deslocados da zona no sul do Iraque, controlada pelos britânicos, para posições próximas de Bagdá. O pedido pela soltura das prisioneiras iraquianas repete a reivindicação feita em setembro pelos seqüestradores do britânico Kenneth Bigley, que acabou sendo decapitado depois de ter sido mantido refém durante várias semanas. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||