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350 toneladas de explosivos sumiram no Iraque, diz ONU | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pelo menos 350 toneladas de explosivos convencionais que poderiam ser usados em mísseis desapareceram de um depósito de armas no Iraque, segundo informações da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), órgão da ONU. Segundo informações da porta-voz da agência, Melissa Fleming, o chefe da AIEA, Mohamed El Baradei, deve levar o caso ao Conselho de Segurança da ONU ainda nesta segunda-feira. Fleming disse que a agência havia recebido a declaração do Ministério da Ciência e Tecnologia do Iraque no dia 10 de outubro. O ministério teria informado que os explosivos haviam sido roubados por falta de segurança em alguns prédios governamentais. As informações iniciais sobre o assunto foram publicadas pelo jornal The New York Times nesta segunda-feira e confirmadas por autoridades da AIEA. Segundo a reportagem do jornal, os explosivos teriam desaparecido logo depois da invasão americana em março do ano passado, em meio a saques generalizados. Em uma entrevista ao The Times e à TV CBS em Bagdá, o ministro da Ciência e Tecnologia, Rashad M. Omar, confirmou que os explosivos haviam desaparecido. A reportagem do The New York Times afirma que, entre os explosivos roubados, estão HMX e RDX, que poderiam ser usados para demolir prédios, produzir ogivas para mísseis e detonar bombas nucleares. Ainda segundo o jornal, Condoleezza Rice teria sido informada sobre o desaparecimento dos explosivos no último mês. |
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