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Grã-Bretanha mobiliza tropas para ajudar EUA no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro da Defesa da Grã-Bretanha, Geoff Hoon, confirmou que 850 soldados do país serão deslocados para regiões do Iraque controladas pelos americanos, atendendo a um pedido do governo de George W. Bush. Hoon disse que um batalhão de infantaria motorizada, com o apoio de mais 200 soldados, será enviado para as novas posições, mas vai permanecer sob comando de um general britânico. Os militares britânicos devem permanecer lá por semanas, e não meses, de acordo com o ministro, que compareceu ao Parlamento britânico nesta quinta-feira. Analistas dizem que a decisão do governo britânico deve enfurecer políticos britânicos que vêem no deslocamento das tropas uma medida para ajudar Bush em sua campanha eleitoral. Risco aceitável Hoon disse que comandantes militares "disseram que as forças britânicas têm a capacidade para realizar a operação proposta, que há razões operacionais militares para realizá-la e que ela implica um nível aceitável de risco militar para as forças britânicas". Os soldados britânicos serão enviados para o sul de Bagdá, onde os americanos vêm enfrentando insurgentes. A área é considerada mais conturbada do que o sul do país, onde estão concentradas as tropas britânicas. Membros do Parlamento britânico perguntaram ao ministro por que é preciso enviar os soldados para regiões onde os americanos já possuem 130 mil militares. Hoon respondeu que as tropas britânicas têm conhecimentos e equipamentos que serão úteis na preparação das eleições iraquianas de janeiro do ano que vem. Mas o ministro negou que haja planos de enviar mais 1,3 mil soldados britânicos ao Iraque. |
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